Alunos encontram-se com Darwin

Após a visita efectuada pelos nossos alunos à exposição promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian acerca da evolução de Darwin, a Sabrina, da turma D do 10º ano de termalismo produziu o filme que a seguir partilhamos com todos.

Posted on 5/18/2009 09:47:00 da tarde by D.on Eg@s and filed under | 0 Comments »

Uma aula de Francês diferente


No dia 16 de Abril, os alunos do 10º ano do Curso Profissional de Técnico de Termalismo (10ºD) tiveram uma aula de Francês que nunca tinham tido antes.
Ainda durante o 2º período, a professora Sandra Machado (nossa Directora de Turma) propôs aos alunos da turma a realização de sketches em língua francesa, no âmbito do módulo 3 “Autour d’un film”, para serem filmados no início do 3º período. Embora apreensivos no início, os alunos aderiram à proposta com bastante empenho. Desde logo, mostraram-se muito interessados e tiveram boas ideias para a sua realização, apesar de muitos alunos nunca se tivessem imaginado a representar. Confesso que havia alguns que tinham muito jeito e quem sabe se não será esse o seu futuro…
Para realizar esta actividade, os alunos da turma foram divididos em quatro grupos e cada um tinha de fazer o seu próprio texto, o qual foi corrigido pela docente. Depois de vários ensaios, foi então realizada a filmagem. Nesse dia, estávamos todos nervosos… mas muito animados. Vestimos roupas diferentes para a representação e até usámos perucas! Ainda nessa aula, tivemos a oportunidade de ver as filmagens. Somos uns artistas! Na aula seguinte, avaliámos cada um dos grupos.
Este trabalho teve como objectivos desenvolver o domínio da língua francesa, através da criatividade, e incentivar a representação, de forma a conhecermos melhor o vocabulário ligado à produção cinematográfica. Este trabalho de grupo consistiu também num importante instrumento de avaliação para os alunos, a fim de concluir com sucesso o último módulo de Francês deste ano lectivo.
Nós, alunos, achamos que estas actividades são boas, pois são uma forma divertida de alargar o nosso vocabulário e conhecimento relativamente à disciplina. Os alunos, sem dúvida, tiveram uma aula de Francês diferente e enriquecedora.


Rosa Pina Nº 14 10ºD
Posted on 5/18/2009 09:40:00 da tarde by D.on Eg@s and filed under | 0 Comments »

QUESTÃO DO MÊS DE MAIO












Posted on 5/13/2009 01:45:00 da tarde by D.on Eg@s and filed under | 0 Comments »

Mistério


(continuação)


Rui pediu ajuda ao seu primo Nelson para que fosse com ele ver se encontravam alguma coisa.
Este ficou um pouco desconfiado, porque não sabia se o Rui estava a mentir, mas decidiu ir com ele à casa da Torre e começar a procurar…
Subitamente o Rui deu um grito:
- Encontrei! … Acho que encontrei alguma coisa…
O entusiasmo foi tanto que, naquela noite, não quiseram procurar mais nada. Para além disso, o caseiro, que tivera a sensação de que andava alguém no interior de casa, dirigiu-se para a porta com a sachola numa mão e uma gadanha na outra, fazendo com que ambos se precipitassem rapidamente para o exterior procurando refúgio na escuridão das mimosas que ocultam um velho pombal abandonado.
No dia seguinte, o Rúben e o Rui encontraram-se nas aulas e o Rui mal pôde esperar para lhe contar tudo.
O Rúben ouvia atentamente o que o Rui lhe contava. No final, ficou muito intrigado e quis conhecer melhor o que, de facto, existia na casa da Torre, em S. Cipriano, mesmo correndo o risco de dar de caras com o caseiro.
Combinaram, então, encontrar-se numa sexta-feira à noite e o Rúben diria em casa, como justificação para não regressar nessa noite, que tinha que acabar um trabalho com os colegas – do qual dependeria a nota final do ano – para entregar impreterivelmente na segunda-feira seguinte à Directora de Turma.
Na data estipulada, entraram na casa da Torre e, quase de imediato, encontraram alguns livros que falavam sobre velhos e secretos tesouros. Porém, o Rúben sentia que, naquele espaço, haveriam de encontrar muito mais do que apenas livros. Então, decidiram procurar noutros locais que pudessem ocultar alguma coisa. Após várias horas de busca, e em virtude do cansaço que começava a apoderar-se eles, estando ambos, inclusive, prestes a ponderar a hipótese de desistir, depararam-se com um objecto estranho, mas com um aspecto nobre, afidalgado e precioso. Deram por eles a questionar-se que tipo de objecto seria aquele. A dada altura, o Rúben soltou uma gargalhada enigmática e disse:
- Isto é um punhal do século XVIII, se não estou em erro...

Nesse fim-de-semana, os colegas da turma, que já tinham decidido ajudar, e haviam dividido tarefas para que cada um tentasse descobrir qualquer coisa que ajudasse a resolver este caso, afadigavam-se em perguntas e conversas com os mais idosos das suas freguesias, tentando apurar se alguém ouvira, alguma vez, falar na existência de um eventual tesouro no lugar do Paço, em Resende.
Todos estavam muito confiantes que iam descobrir o tesouro porque o Rúben, o Rui e o Nelson já tinham encontrado indícios plausíveis e, com a turma unida, ia ser mais fácil. Como todos queriam ver o mistério resolvido o mais rápido possível, a motivação era extraordinária pois todos eles aceitaram isto como um desafio e só descansariam quando o resolvessem.


(continua)
Posted on 5/08/2009 12:02:00 da manhã by D.on Eg@s and filed under | 0 Comments »

Uma aventura na Serra da Estrela


A aluna Rosa Pina, do 10º D de Termalismo, participou, no passado mês de Abril, numa iniciativa com outros jovens nacionais e europeus designada Missão Internacional Jovens Repórters para o Ambiente 2009 e relata-nos como decorreu essa aventura.


No dia 29 de Março pelas 12:00 parti de Resende em direcção a estação B de Coimbra. A minha mãe também foi comigo até lá pois queria que a sua filha ficasse bem entregue.
Confesso que estava um pouco nervosa pois não sabia o que iria encontrar, contudo, estava contente porque iria ser uma experiência única.
Quando lá cheguei, vi umas raparigas com uns sacos camas, sacos de viagem, portátil e desde lodo pensei “ aquelas também vão para a serra da estrela” e, na realidade, iam mesmo. Começámos desde logo a criar afectos.
Passados uns minutos, apareceu a Vanessa (a minha monitora) que nos levou para a carrinha onde se encontravam os outros 16 participantes. Depois de algumas pequenas apresentações, fomos em direcção a Manteigas, pois íamos ficar lá. Assim que chegámos à pousada, que ficava mesmo no cimo da serra, nas Penhas Douradas, deparámo-nos com uma vista linda, mas onde fazia muito frio. Entrámos no edifício, que era muito quentinho, começamos a instalar-nos e, enquanto isso, íamo-nos conhecendo melhor. De seguida, fomos jantar à vila de Manteigas e, no fim do jantar, voltámos para casa pois estávamos cansados e só queríamos dormir dado que no dia seguinte começava o nosso trabalho como repórteres e também iríamos conhecer um colega nosso que ia chegar do Chipre: o Constantino, um rapaz muito divertido. Embora não percebesse nada de português, ele integrou-se muito bem e até chegámos a ensiná-lo a cantar o “malhão-malhão”, entre outras coisas.
Acordávamos sempre à mesma hora, 8:30, tomávamos o pequeno-almoço e íamos às nossas missões, algumas delas muito interessantes, como a entrevista que fizemos ao primeiro pastor que trocou a vida da cidade (Lisboa) para se dedicar ao pastoreio e que nos disse que era feliz ao fazer o que faz. É também produtor de queijos e requeijões os quais nos deu aprovar.
No final de cada a entrevista que fazíamos voltávamos para a pousada para realizar os trabalhos que eram feitos em grupos de quatro.
Assim se passou uma semana muito divertida, pois além de realizar as entrevistas também nos divertíamos muito e fazíamos muitas brincadeiras e tivemos experiências que ficaram guardadas. Aprendi muito.
Sem dúvida, foi uma semana diferente.
Posted on 5/05/2009 11:39:00 da tarde by D.on Eg@s and filed under | 1 Comments »

Mistério


Há muito tempo que o Francisco ouvia falar na existência de um misterioso enigma, o que o deixava sempre muito curioso. Desde tempos remotos, os seus antepassados, em especial o seu bisavô Norberto, falavam-lhe de um tesouro escondido algures, no lugar do Paço, em Resende.
O Chico, petit nom pelo qual era conhecido o Francisco, sempre sonhou encontrar, um dia, o tal tesouro que, durante vários anos da sua juventude, alimentou as suas fantasias. Quando fez 15 anos, decidiu tentar a sorte. Falou com o Ruben, que vive em S.Martinho e, no dia entretanto combinado, encontraram-se nos jardins da casa da Soenga. Ao verem uma janela aberta, decidiram entrar.
- Não vive aqui ninguém? – perguntou o Chico.
Após alguma hesitação, e com receio de que o amigo não quisesse lá entrar se lhe revelasse que ali residia uma caseira, o Rúben respondeu: - Não… Lá dentro há uma biblioteca onde existem centenas de livros que contêm lendas e mitos, e talvez lá possamos encontrar algo.
Entrou primeiro o Ruben, que já conhecia a casa, e logo atrás, agora mais afoito, o Chico que, assim que os seus olhos se habituaram à escuridão, exclamou:
- Isto parece um beco sem saída! Tens a certeza que devemos lá ir?
- Não há nada a temer. Segue-me que eu sei o caminho.
- Ok, vamos lá, então. – e entraram na enorme biblioteca, com inúmeras estantes repletas de livros antigos.
Entretanto, em S.Cipriano, o Rui telefonou ao Rúben para perguntar qual era o trabalho de casa de português, mas este respondeu-lhe que estava ocupado a procurar pistas de um possível tesouro e lembrou-se que talvez o Rui o pudesse ajudar a encontrá-lo.
À pergunta do deste sobre onde estava localizado o tesouro, o Rúben respondeu que, segundo constava, estaria algures no lugar do Paço, em Resende.
O Rui lembrou-se que poderia ir à casa da Torre, também conhecida por casa de Ramires, em S. Cipriano, onde poderia ver se encontrava algum documento ou livro que fizesse referência ao tal tesouro.


(continua)
Posted on 5/05/2009 04:59:00 da tarde by D.on Eg@s and filed under | 0 Comments »

«Julgando o Justo»

A Isabel Sofia Campelo, aluna da turma A do 9º ano, fez o favor de partilhar connosco uma pequena amostra da sua óptima veia literária, deixando-nos um texto para apreciarmos e reflectirmos seriamente sobre a influência que a opinião dos outros pode, ou não, exercer sobre os nossos comportamentos e as nossas atitudes. Façam o favor de apreciar...


Julgando o justo
Era uma vez uma menina de 10 anos, chamada Susana, que gostava muito de comer. Todos os dias, quando chegava a casa, era capaz de comer uns sete pães. A mãe olhava séria e dizia:
- Susana, não achas que andas a comer de mais?
- Não, mãe, é só hoje. Passei muita fome na escola e então, estou só a recuperar as minhas forças – respondeu Susana.
Na verdade, ela fartara-se de comer na escola. Comeu, comeu, a toda a hora e momento.
Passaram quatro anos da sua juventude e ela nunca mudou a sua alimentação. Agora Susana encontrava-se com um grande problema. Estava fora do peso normal, as pessoas comentavam, e a sua auto-estima era cada vez mais baixa. Mas o problema que mais a afectava era o facto de as pessoas comentarem:
- Já viste como está a Susana? Que horror! Está super gorda, que aberração!
- Sim já vi, e pelo andar da carruagem vai ficar cada vez pior.
- Sabias que todos os dias, ao lanche, ela vai à padaria e come três pastéis? Daqueles cobertos de creme e calorias.
- Sim, sim, sabia. Sabes que nesta vila tudo se sabe.
Farta destes comentários estúpidos, Susana decidira mudar e começara a comer menos. No dia seguinte, foi à padaria e já só quis apenas um pastel.
- Boa tarde – saudou Susana –, dê-me um pastel se faz favor.
- Só um?! – perguntou, admirada, a padeira - Desta vez vai comer pouco! A culpa é da sua mãe que quer que você faça dieta!
Susana apenas sorriu mas nada disse. Logo a seguir uma cliente comentou:
- Ela também não está magrinha, por isso pode muito bem começar a fazer uma dietazinha.
Embora Susana tivesse consciência disso, era muito difícil para ela ouvi-lo da boca das outras pessoas. Era muito humilhante quando isso acontecia, mas, por vezes, as pessoas estão tão preocupadas em falar da vida dos outros que nem se apercebem como isso as pode magoar.
Susana chegou a casa, foi para o seu quarto, e nem sequer quis jantar.
A mãe, preocupada, foi ao seu quarto e perguntou:
- O que se passa contigo Susana?!
- Nada mãe, não se passa nada.
- Não mintas Susana, embora eu às vezes esteja um bocadinho ausente na tua vida, quando estou presente, estou sempre muito atenta, e além disso sou tua mãe e conheço-te, melhor do que ninguém. Por isso, diz-me o que se passa.
Susana acabou por contar tudo o que se passava na sua cabeça.
- Estou farta que se metam na minha vida, que opinem sobre o meu físico, que falem de mim a toda a gente. Estou farta de ser gorda e de odiar o meu corpo, a minha vida já não faz sentido.
A mãe de Susana ficou sem reacção, triste por ver o estado da sua filha e, sem saber o que fazer, contratou uma psicóloga.
No dia a seguir, lá estava a psicóloga para a primeira sessão.
- Olá Susana, eu sou a tua psicóloga e estou aqui para te ajudar, mas para isso tenho de te pedir algumas coisas essenciais para o bom funcionamento destas sessões, entre as quais que me contes tudo, que sejas sempre sincera e muito clara. Eu só estou aqui para te ajudar por isso não pode haver segredos entre nós.
À primeira vista, Susana gostou da psicóloga e decidiu fazer o que ela lhe tinha pedido, contou-lhe tudo desde o princípio, sem segredos nem mentiras.
No fim, a psicóloga respondeu:
- Susana, a vida é muito curta e uma menina como tu, tão novinha, não pode ter toda essa má energia. Ambas sabemos que já excedeste o peso normal, mas eu também sei que para isso existe uma solução, é só preciso muito esforço e coragem da tua parte. Mas eu sei que tu vais conseguir, tu és forte. – disse a psicóloga.
A psicóloga falou com a mãe de Susana e disse-lhe que agora já não era com ela, o próximo passo era contratar uma nutricionista.
A mãe seguiu os conselhos da psicóloga e após muita procura, arranjou uma das melhores nutricionistas do país que lhe deu um plano de alimentação no qual era indicado o que ela podia comer ou não, e em que quantidade.
Susana seguiu à risca todas as recomendações da nutricionista e passados dois anos de muito esforço, encontrava-se na melhor forma possível.
Então, as pessoas que falavam mal dela, hoje, estão roídas de inveja, tentam fazer amizade e pedir desculpas. Mas Susana dispensa, recusa-se a fazer amizades com pessoas que a julgaram pelo seu estado físico.


Posted on 5/04/2009 11:19:00 da tarde by D.on Eg@s and filed under | 1 Comments »